Latentes Viagens

Este espaço é um experimento aberto, amplo, intuitivo e original. Liberto das amarras acadêmicas, sistêmicas e conceituais, sua atmosfera é rarefeita de ideias e ideais. Sua matéria prima é a vida, com seus problemas, desafios e dilemas. Toda angústia relacionada ao existir encontra aqui seu eco e referencial. BOA VIAGEM!



o aluguel consome o meu salário
o relógio consome o meu tempo
o calendário consome os meus dias
o trabalho consome minha energia
meu corpo consome minha alma
o mundo consome minha alegria
a poesia consome minha tristeza
o espelho consome minha vaidade
o ego consome minha vontade
o espírito consome a verdade
o dinheiro consome o consumo
o consumo consome a sociedade
a sociedade consome somente a imagem
tudo está sendo consumido,
neste presente minuto infindável
o mundo está sendo consumado



Na escuridão caminho
sob o impulso do desejo
descortino no horizonte
a vontade de um beijo
O louco desatino
de sempre sonhar acordado
amanheço no sofá
com o corpo desajeitado
água fria no rosto
somente para despertar
saber que foi um sonho,
e ela nunca vai voltar
um tira gosto solitário,
no bar uma cerveja
conto piadas,
passo o tempo,
espero a hora derradeira
a morte é uma certeza
temporário é o destino
ilusório é o canto
o intuito é o grito
liberdade para os fortes
paixão para os fracos
a corrente do desejo
tem o peso da vontade
os grilhões do receio
o medo da liberdade
sintonizo na frequencia
de sua carnal energia
menos um dia
me aproximo da alegria

Quando levo à boca um cigarro apertado

é para acender a distância que nos separa



Quero morar no interior de minas
para ser mais exato, quero morar no mato
com bois, vacas, galinhas, porcos e patos
quero dormir com os grilos e os sapos
acordar com os passarinhos e os galos
no fogão à lenha o cheiro forte de café
pão, leite, manteiga e incenso de guiné
pitar mansamente um cigarro de palha
limpar o curral e ordenhar as vacas
tomar banho de cachoeira e cachaça
sinto saudade deste tempo rural
em que o ritmo era outro
e a vida verdadeira, natural!


A vida nos une para depois nos separar e nos lança de forma abrupta e contundente no ardiloso mundo das formas e necessidades. Enquanto isso reflito sobre o arranjo químico dos atômos. Num formoso ritual magnético doam e recebem elétrons, dança eterna em torno do centro, a gravitacional harmonia dos elementos é um elo quântico, um cântico de louvor da matéria inerte, sutilmente sublimado por Deus. No silêncio de suas observações, alguns cientistas se despem humildemente de sua couraça experimental e surpresos diante de uma nova perspectiva vislumbram com ingênua alegria a certeza irrefutável da imortalidade da alma. Uma nova era se anuncia, irão se realizar as profecias, mas sem o alarido inútil dos grandes cataclismas. Almas serão deportadas por não terem aproveitado a oportunidade de agora e a Terra, renovada, não mais acolherá em seu meio sentimentos negativos que invalidam e descaracterizam a inata bondade e justiça de Deus. O tempo é o rei imponente que norteará o comportamento e o novo conceito espiritual dos povos. Contemplaremos na aurora do espírito o esquecimento deste tempo bárbaro e insano. Após estas ocorrências a humanidade finalmente reconhecerá a Ciência, Filosofia e Religião como irmãs que não podem viver sem o amparo imediato da Arte que lhes fornecerá o alimento estético imprescindível para que possam desenvolver suas potencialidades de forma criativa e verdadeiramente Bela.


Vasto potencial
de desmedida
embriaguez

No clandestino
comércio
com a vida

Valorizo sobretudo
a disciplina
da escassez

Respeito todos
aqueles que sabem
Dividir o bem
além das partes,

Admiro com certeza
a poética naturalidade
do Marquês de Sade

Inato absolutismo reina:

(Certeza da Vida
Morte passageira)

Ilustrissimo Senhor do Portal
Veste penumbra o ser imortal

Vivo o paradoxo
Reino metafísico
Mais um poeta
Em busca do ritmo


Inspirado no blogger: "O poeta aponta a lua, o imbecil olha o dedo" de meu amigo e poeta Rômulo Ferreira



Nossa loucura é um véu insuspeitável
que separa os verdadeiros loucos
dos vermes enclausurados
em seus redutos requintados,
com garfos de ouro
revestem seu tesouro
num hábito externo refinado.

Me sinto impelido,
deveras destinado, ,
a ser o precursor
deste tempo infindável,
em que a poesia
é uma cifra invisível,
incalculável.

Me presto a ser servo do sistema,
enquanto o lema do Planeta Terra
for a sobrevivência em condição extrema

e mesmo que eles implantem um chip
ou regressem ao tempo da barbárie,
nosso pensamento é o ingresso,
o preço da liberdade.


eu gosto é das madrugadas
das noites frias
em que a cachaça nos esquenta

embriago com o amor
o licor que nos sustenta

em uma roda de samba
eu esqueço dos problemas
só bamba

desce uma
estupidamente
gelada

eis o nosso esquema

um maço de cigarro fechado
quer um trago?
eu lhe ofereço um cigarro

sou fraco
mas o vício
é meu artíficio
necessário

tabaco, cachaça, limão, feijoada
a poesia é uma luxúria refinada

peço a humildade,
para nós brasileiros

fomos nascidos e criados
em solo hospitaleiro

quem são nossos heróis?

o malandro da macumba,

o camisa dez do time adversário

o ídolo musical pré fabricado


eu sou brasileiro,
explorado nato

sou um capataz
em forma de gente
disfarçado

um anjo alado
com asas decaídas

sem moral
para reinvidicar
a minha saída

Dona Maria,
a senhora
é o cara

eu sou
latino
americano

passam-se os anos
mas meu aniversário
continua sendo
no mesmo mês

sou brasileiro
no meu verso
trabalho a dor

vem aqui,
vem ver
a realidade

são malabaristas,
diaristas,
santos operários
em suas fábricas

somos decentes
sem educação,
se por isso
sub entende-se
erudição

não estamos matriculados
em nenhuma universidade

mas o açúcar e feijão do vizinho
nos ensinaram a humildade
sobretudo o valor invisível
e metafísico da amizade

mais vale um samba
uma roda de bamba

a nossa efêmera
e fútil alegria

o resto é fantasia
elite suicida

seu veneno
não é eficaz
contra o tempo

por isso temo
e blasfemo
o seu momento...

Tudo não passa de um drama imaginário,
nascemos ricos e nos tornamos mercenários...
Viver dá trabalho, provoca cansaço
e quando se é escravo,
como no meu caso,
seja por mérito, opção,
vontade ou fracasso
todo mal se torna
realmente necessário.

Ninguém
irá pagar minhas contas
e dificilmente um et
irá se materializar e depositar
um volumoso dinheiro em minha conta.

Trabalho por dinheiro?
Por prazer?
Por necessidade?

Nem uma coisa
nem outra,

me divirto e finjo
contribuir

"para este belo quadro social".

Na verdade sou um vírus
implantado no seio
desta sociedade dita moderna
que se equipara
as bestas feras
de outras eras.

Pensar é proibido,
se não quiser ser
rotulado de louco,
diferente ou desmiolado...

Todos querem,
basta querer,
e eu me pergunto,
querer o quê?

O conhecimento é um meio,
tudo já está destinado para um fim...

que fim?
Existe fim?

Seria realmente
a vida uma roda?

Uma hora em cima,
outra hora em baixo,
no círculo existe
um centro extático,
independente
do diâmetro dos raios.


Mas no espaço
não consigo imaginar,
nem por cima,
nem por baixo,
nem mesmo
este movimento extático.

Ad infinitum
meu nobre e dileto
amigo Aristóteles?

Penso por mim e por outros,
será que realmente
alguém pode ensinar algo a alguém?

Goethe diria que não...
Quem foi Goethe?

Um místico,
um poeta,
um filósofo,
um teórico,
um bruxo maléfico
e pitagórico?

Cores,
gostava de cores
este tal de Goethe,
e isto é tudo que posso dizer...

se quiser algo mais,
procure por si próprio
pois já estou saturado,
enjoado desta idéia
de ter que apontar caminhos...

Tudo bem
você não concorda
com Rosseau,
mas nem por isso
pode deixar de ler o filósofo...
ou concordar com algo que ele diz...

Quer saber?

Estudar filosofia
é estudar os filósofos.

(Comentadores são legais, são bons, são eruditos, mas não nos servem como norteadores de uma existência, sua influência deveras ser pequena caso sejam honestos consigo mesmos...)

Leia,
revista em quadrinhos,
ou até mesmo material pornográfico,
mas antes de tudo, leia!!!

Ler é uma exigência da alma!!! MENTIRA!!!

Ler é uma necessidade da minha alma...


A vida é uma caixinha de surpresas
cheia de alegrias, repleta de tristezas
traumas que nascem através da perda

imensa vontade de chorar
de uma lágrima derramar
mas de minha alma ela não brota
a vida aos poucos se esgota

como num conta gotas eterno
a única certeza que temos
é que um dia todos pereceremos
e talvez renasceremos:

num belo sonho ideal
ou num pesadelo infernal

afinal,
qual o sentido
desta existência
corporal?

quando perdemos nossos amores
quando amigos parecem atores
no jardim da vida nos resta as flores
e os espinhos que facultam dores

destarte sobrevivo solitário
em meu pequeno mundo imaginário

e isto é tudo o que me resta
esperar sentado o fim da festa

até que a verdade nos separe!!!

falsidade:

falsa idade

vaidade

vai idade

idade vã

id ao divã!!!

lá se vai a tarde
perdeu sua viagem
dinheiro da passagem
tudo é bom

sozinho canta o louco
só peço um pouco
do que é bom

me lembro daquele tempo
bermuda, ócio e chinelo
onde estão?

acendo um cigarro
de leve dou um trago
como é bom

a noite no cinema
de quebra um fonema
locução

loucos não são poucos
o que é para os outros
nunca são


vi rude virtude
no palco da vida

tudo representa arte
mundo apresenta parte

mundo arte
tudo parte
reapresenta

a arte representa o mundo
projeção divina
esculpida
por uma
subjetiva
estética
analítica
fonte inesgotável de energia
imagine um prisma
com o poder do imã
ponto de vista

controverso
diversificado
diverso
significado
contra o verso
subjuga
o vulgo
confere
o jugo
isto é feio
aquilo é belo

arte, ator, artista

poeta musicista

plástico artista

aretê
ar
et
arte
ator, artista

imitam, protagonizam, inventam

a vida!!!


*****************************

no ideológico céu
de conceitos diversos
a arquitetura do universo
é um pálido reflexo
do poder divino impresso
neste planeta imerso
na caótica razão do verso!!!


******************************


Não me reconheço neste triste e velho adereço

Com facilidade nestes dias sombrios me entristeço

Como gostaria de poder morar em outro endereço

Talvez em Saturno, Marte, melhor Urano reconheço

Nem por um minuto sequer do Cosmos eu esqueço

A solidão com todo o seu peso me sobrecarrega

A esperança neste momento para mim é uma quimera

Quisera me ausentar por um segundo do planeta Terra

Quem me dera, Quem me dera, Quem me dera

Exposições de fantásticos quadros de miséria

Pintados com as fortes cores concretas da guerra

Um acervo emblemático, cujo conteúdo trágico

É banalmente retratado todos os dias no noticiário

(SEMPRE NO MESMO HORÁRIO!!!)

***************************************************

esquecemos de nossas verdadeiras casas,

podaram impunemente as nossas asas

do amor essência só restou a nossa casca

nem mesmo temos o divino poder telepata

Neste corpo selvagem todo instinto é primata

o que verdadeiramente nos envenena e mata

é a substituição da espécie pelo conceito de raça

ingênuas, negras, fortes, brancas, amarelas e pardas

Daquele Jeito!!!


criar atividade

para uma nova idade ativa

na cavidade da vida subjetiva

cavar a vinda de uma era infinda

em que a ida seja ainda infinita

ensejo com isso lhe mostrar

que a mescla casual de palavras

pode ser no fundo inércia

de uma mente sutilmente vaga

embriagada à alma se rende

à estas combinações matemáticas

mas a substância poética é inclassificável

impossível contestar um fato dado

geometricamente linear na prática disforme

aglutinamos pensamentos uniformes

na tentativa inútil de ordenar o caos

premissa irrefutável para nos tornar imortal

no fim vencerão aqueles

que souberem destruir

arrancarem de dentro de si

o sentido de imensurável fruir estético

pois tudo é transitório e efêmero

neste renovável fluir eterno

blasfemo o extático

excomungo o parasita

no fim vale a afirmação da vida

e isto para todo poeta basta.


estimulado pelo medo e pânico generalizado

mais um negro do gueto se sente inferiorizado

sem auto estima para contemplar as belezas da vida

sua ínfima existência passa despercebida, obscurecida

sem sonhos ou estímulos que lhe injetem energia

somente reflete sobre o desprezo e a inevitável hipocrisia

nos olhos da sociedade regida pela indubítável lógica fria

de um sistema que exclui e determina

quem são os escolhidos de sua seita maligna

onde o egoísmo, a vaidade e o orgulho predomina

querem dizimar nossa etnia, enfraquecendo nossa auto estima

mas somos fortes descendentes de negros escravos, lendários

assim como um cometa que atravessa este planeta em segundos

quando morremos não vagamos simplesmente nos transmutamos

e pelo universo juntamente com nossa falange passeamos

e sorrimos quando vemos na mente vulgar estampado

o estranhamento por termos sido previamente avisados

de que no dia do banquete divino seríamos convidados

por muito tempo, desde que pisamos nesta terra, esperados

no céu o solene cortejo de milhares de espíritos

todos unidos pelo poder verdadeiro de um único rito

o amor universal que nos envolve e nos enlaça

fazendo nos esquecer das diferenças de credos e de raças

tecemos nossas vidas de acordo com os nossos atos

mas os pensamentos também neste molde se encaixam

tudo é vida é movimento, e o que para nós é sutil, para outro é palpável

é preciso ter a mente aberta para novas idéias e concepções

se não quisermos nos tornar reféns de nossos preconceitos e ilusões


Hediondo ato suicida
imperdoável

transito pelo mundo invisível,
insondável

diariamente adormeço com dificuldade
por não conseguir apagar da memória
a sua insensata e terrificante imagem

planeta diferente com atos inusitados,
solenes
dias frios, mortos, imprevisíveis e quentes

tudo se mistura neste parâmetro articulado
é como um quebra cabeça montado ao contrário

não entendo muito destas coisas de amor
mas ninguém é livre se não pagar o impostor

o imposto é o tributo deste estado corrupto

o poema político descaracterizado pelo crítico
é um insulto linguístico no meio dito artístico

poetas revolucionários são raros, escassos
e dificilmente se encontram neste espaço

onde todos estão acostumados,
a receberem seus códigos decodificados

um site de procura inaugura uma nova era
onde a preguiça e a letargia mental impera

neste novo tempo de calculadoras e agendas
onde a memória nem se quer se lembra
de seu último esforço empregado

queremos sempre ser os primeiros
mesmos que estejemos errados

a tecnologia nem sempre representa o progresso
e a mediocridade nem sequer reflete sobre o verso

é preferível me rotular e me julgar sequelado
do que por um minuto se imaginar deste lado

continuo na minha rica batalha diária
em que a poesia é minha filha abastada

o luto é apenas temporário, acaba no túmulo

minha roupagem terrena é perecível e pequena
perto da luminosidade eterna que minha alma encerra

verdadeiro profeta é aquele que ousa ser si mesmo
sem medo do preconceito e dos olhares alheios,

normal


o sóbrio menino sombrio
compõe seu ébrio som
dissonante

letras consideradas subversivas
versam sob o sub mundo da vida

desconhece a lei orgânica
regida por um organismo estatal

reconhece a ignorância
de seu regime ancestral

força bruta dilapidada
eternizada nos confrontos

Observo, mudo, o concreto
concerto incerto de credos
verticalmente reto
mirando inconsciente
vertiginoso espaço céu

Naquele prédio o tédio
é burocrático
Precisa-se de alguém para autorizar
Nada anda naquele andar
aleijado
chama-se Estado

Apenas o elevador
eleva a nossa dor

e nossa Miss Éria
Continua desfilando!


Vejo um circo montado às avessas... Os palhaços deste circo, ao contrário dos que conheço, preferem rir do quê propagar a alegria em lar alheio. Sorriem de nosso sofrimento. O jornal precisa da tragédia. A tragédia é o sentido do universo, senão deste planeta. A miséria estampada nas camadas periféricas provoca a repulsa dos que se vestem com a roupa adequada do sistema, não se despem de seus impulsos egoístas, ao contrário, se esforçam para possuírem sempre mais e mais. As nações de caráter beligerante se protegem de uma guerra invisível que se faz presente aos olhos inimigos que desejam ao máximo o excitamento do fogo ardente das paixões humanas. A besta fera que em nós reside gargalha perante a derrota e a tristeza de milhares que no palco da vida nunca terão a mínima chance de se tornarem protagonistas. Os animais descansam despreocupados e nós lutamos contra todos e contra ninguém. Nascemos preenchidos por um enigma, por um mistério insondável. Comportamentos ascéticos, estóicos, radicais religiosos clamam a Alá a benção para poderem matar em seu nome. A liberdade fictícia contida na retina de profetas adormece no idealismo ingênuo de rebeldes visionários. O toque de recolher é uma realidade em diversas cidades. O horário transformado em meio de nos enclausurar. Muralhas de ferro nos separam e cresce assustadoramente o número de fronteiras. Estamos juntos mesmo estando separados, ao mesmo tempo, ao mesmo espaço. Romper com os limites impostos por nossa humana condição não é suficiente, não basta ter certeza é preciso experimentar. O experimento conosco mesmo nos define e nos divide, numa hierarquia infinita, entre aqueles que sabem, aqueles que imaginam e os que nem sequer cogitam da existência de uma possível verdade universal. Caminhamos desprovidos de um olhar mais aguçado e no tempestivo mar das vaidades humanas nos perdemos no colossal labirinto das futilidades e das artimanhas criadas no intuito de iludir nossa mente. Nem mesmo sabemos o que é o verdadeiro amor. Sentimos de fato a dor e até mesmo sua presença não inibe nosso comportamento vil e selvagem. Poetas, mártires, inumeráveis possibilidades de contraste em meio a reduzidas perspectivas convergentes. A revolução coletiva foi abortada em função de um estilo de vida extremamente individualista e alienante. As portas de nosso ser está fechada ao verdadeiro encontro com o outro. Por isso a inexistência de proselitismo no seio espírita me convence da dificuldade de reunirmos quatro corações sinceros, carregados do mesmo propósito e do mesmo fraterno sentimento. Urge defender abertamente uma posição condizente com nossa mais íntima vontade de renovação e mudança.

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GINO RIBAS MENEGHITTI

Admiro todas as pessoas que ousam pensar por si mesmas.

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Frases de Albert Einstein

A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original.

O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.

A imaginação é mais importante que o conhecimento.

Se A é o sucesso, então A é igual a X mais Y mais Z. O trabalho é X; Y é o lazer; e Z é manter a boca fechada.

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